Há momentos em que não se pode ter medo de mudar. Depois de um incidente que me deixou com o blog e minhas contas por 48 horas bloqueados, totalmente sem acesso, por conta de gente que não tem nada mais útil a fazer que ficar entrando e avacalhando o espaço alheio, resolvi que já é hora de ter meu domínio e nada melhor do que ir aprendendo a usar ferramentas livres.
Nada contra o Google, pois se um assinante sai por aí fazendo um monte de bobagem, a única opção é bloquear mesmo. Burra fui EU que não preservei como deveria minha senha de acesso - vivendo e aprendendo. Só não quero mais manter o blog vinculado as contas de e-mail para não por em risco um trabalho de quase 4 anos!
As postagens daqui, desde 2006, estão salvas também no novo endereço:
http://aprendizagemdigital.wordpress.com
Gostaria que os amigos assinassem o feed, que já está indicado no novo blog, para não perdermos contato. Manterei este endereço antigo ainda por alguns meses, mas certamente, ao ficar parado, acabará sendo desativado.
Encontro vocês por lá!
Mudanças a vista!
sábado, 5 de junho de 2010 Postado por Jenny Horta às 11:25:00 PM | Marcadores: mudançaIniciando na Informática Educativa 2 - ou a tecnologia como aliada
sábado, 15 de maio de 2010 Postado por Jenny Horta às 7:14:00 PM | Marcadores: crianças escola aprendizagem tecnologia infantil"É preciso compreender que esses conteúdos, dispostos na tela, não podem ser os mesmos que um livro e uma lousa podem conter, nem podem ser transmitidos da mesma maneira. Se há, portanto, um projeto pedagógico adequado por trás do uso das TIC no ambiente escolar, seu uso pode, sim, ser um fator de atração. Se não houver isso, será um atrativo muito superficial e não deve alterar esse quadro de evasão, já que o que é atraente hoje pode não ser mais amanhã. É preciso que a aula e o próprio sistema educativo estejam de acordo com o mundo em que vivemos".
Esta é parte de uma ótima entrevista publicada no Carta na Escola que vale a pena ler na íntegra AQUI.
As Crianças e as mudanças climáticas
sexta-feira, 14 de maio de 2010 Postado por Jenny Horta às 6:57:00 PM | Marcadores: clima crianças educação meio ambienteEncontrei um artigo que de certa forma, justifica agora, anos depois, o que instintivamente já temia, há 25 anos atrás:
"Como podemos construir uma sociedade melhor se não cuidamos das bases sociais desta construção? Quais as possíveis consequências das mudanças climáticas, dos bolsões de calor e do aumento de temperatura na fase da vida em que se está mais vulnerável, a infância?"
Uma excelente abordagem sobre a questão da importância efetiva educação ambiental e um forte posicionamento em favor da cobrança - porque não dizer, luta - por políticas eficazes de saneamento.
"Um clima frágil, pouca comida e a falta de água potável impulsionam a ocupação inadequada do solo. As crianças mais pobres são as mais vulneráveis. Também são as primeiras a sentir o aumenta da má alimentação e, conseqüentemente, as suas desordens, o que prejudica no seu crescimento e desenvolvimento, inviabilizando a sua saúde. Segundo a OMS, 4,5 mil crianças morrem por dia devido a alguma doença de via hídrica."
Este excelente artigo da revista Envolverde, mais que um alerta, merece reflexão: http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=74515&edt=1
2022 já está chegando
quarta-feira, 12 de maio de 2010 Postado por Jenny Horta às 4:32:00 PM | Marcadores: analfabetismo fome misériaPlano Brasil 2022 - Você já ouviu falar? Então informe-se pois deveria começar agora, tal o tamanho desse desafio.
Li algumas abordagens sobre o assunto, que considero de extrema importância. Como no episódio de ontem, nos mostrou o excelente programa A LIGA, da Band, é no mínimo incoerente um país com uma realidade daquela mostrada no programa, oferecer dinheiro a União Européia... Será que até nisso vamos imitar o Tio Sam??
Algumas opiniões talvez não tenham unanimidade, mas o mais importante já é unânime: é preciso começar já e com muita seriedade.
Ao pesquisar na rede, estranhamente não encontrei nada novo em relação ao que já está sendo feito em EJA para efetivamente diminuir o analfabetismo e melhorar as condições de letramento. Obviamente, ainda não se fala em melhoria de condições dos profissionais da educação, coisa que qualquer país desenvolvido já fez e continua fazendo.
Página Inicial
O que é
Opinião 1
Entrevista 1
Fome Zero
Vale-cultura ?
E o analfabetismo ?
Só nos resta aguardar o rumo da embarcação, enquanto isso, temos Copas, Olimpídas e vários carnavais, feriados e recessos, pois ninguém é de ferro!
Iniciando na Informática Educativa
Postado por Jenny Horta às 2:17:00 PM | Marcadores: matemática formação informática educativaUma boa forma de iniciar a utilização da tecnologia em suas aulas é pesquisar materiais de auxílio e formação continuada na própria web. Inúmeros são os recursos.
Um bom material foi disponibilizado pelo meu amigo Franz, lá da maravilhosa Belém. Você pode conferir o excelente material, clicando AQUI e cadastrando-se no Scribd, você pode baixar o exemplar para seu computador, ok?
Não dói nada começar a ser um professor digital
sábado, 8 de maio de 2010 Postado por Jenny Horta às 11:50:00 PM |Ao contrário do que parece, levar os alunos a sala de informática e executar um trabalho eficiente e realmente produtivo não é tão doloroso e difícil. Não requer grandes habilidades. Para começar, ninguém aprende a utilizar o computador lendo manuais. Eles podem até ajudar, mas a maioria dos usuários, mesmo os mais desenvoltos o fazem por ensaio e erro. E todos os professores deveriam saber que o erro é um degrau para o aprender.
No Blog do Prof. JC, ele descreve o essencial para um bom começo:
http://migre.me/D6Bq
Educação NÃO é MESMO PRIORIDADE!!!
terça-feira, 27 de abril de 2010 Postado por Jenny Horta às 11:11:00 AM | Marcadores: escola desabamentos NiteróiO que é uma escola?
Esta pergunta deveria ser feita constantemente aos administradores, políticos, esses "nossos representantes eleitos".
Escola (principalmente pública) no Brasil, serve pra tudo. Concordo que ela deva ser aberta a comunidade, que num momento de emergência, sirva de abrigo numa tragédia, mas a verdade é que EDUCAR NÃO é PRIORIDADE!
Algumas escolas municipais em Niterói abrigam centenas de desabrigados há mais de 20 DIAS. Isso significa que as crianças da comunidade estão SEM AULAS desde o dia da tragédia.
Só me pergunto o seguinte:
__ Onde estão as Igrejas???
__ Onde estão os Centros Comunitários??
__ Onde estão as ONGs???
Você poderia contestar:
__ Mas trata-se de uma emergência!!
__ Há mais de 20 dias??? Esse caráter emergencial já se foi, né?? O pessoal do município do Rio já fez até festa do Viradão!!
Por que, só as escolas, que deveriam ter como fim único e primordial abrigar suas crianças no intuito de formá-las, ampará-las e prepara-las para que no futuro não se tornem também vítimas deste sistema injusto e desigual, se veem obrigadas (direção e professores) a PARAR todo seu trabalho já nada valorizado e apoiado.
Esses professores e funcionários, depois da reconstrução das vidas dessas vítimas, ainda terão que reconstruir todo um trabalho, pois as crianças voltam totalmente desmotivadas, perdidas em meio há tantos feriadões, emergências e inconstâncias que assolam suas rotinas.
Fazer demagogia na tragédia é fácil. As vítimas dessa tragédia precisam de muito mais do que doações, precisam de RESPEITO e CIDADANIA.
E as CRIANÇAS e PROFESSORES das comunidades, atingidas ou não pelos desabamentos precisam de mais que um prédio. Precisam e esperam o RESPEITO ao trabalho que desenvolvem.
Avaliem e repensem suas concepções do que seja uma ESCOLA, senhores administradores!! Nossas crianças agradecerão no futuro.
As crianças e suas representações de espaço | Criança e Adolescente | Nova Escola
sábado, 17 de abril de 2010 Postado por Jenny Horta às 7:33:00 PM |Leitura X "Lei-dura" Literatura na Formação do Leitor
sexta-feira, 16 de abril de 2010 Postado por Jenny Horta às 3:33:00 AM | Marcadores: leitura literatura produção textualDiferentes leitores, espectadores, ouvintes, produzem apropriações inventivas – e diferenciadas – dos textos que recebem.
O ato de ler não é uma prática social totalmente autônoma; muito menos, neutra...varia de acordo com concepções que construímos a partir de nossas condições objetivas de vida.
Segundo Sonia Kramer, é importante observar a distinção entre vivência e experiência: na vivência, há mera reação aos choques da vida cotidiana, a ação se esgota no momento de sua realização (por isso é finita); na experiência, o que é vivido é pensado, narrado, a ação é contada a um outro, compartilhada, se tornando infinita. Esse caráter histórico, de ir além do tempo vivido e de ser coletivo, constitui a experiência. Mas o que significa entender a leitura e a escrita como experiência? (...) Quando penso na leitura como experiência (...) refiro-me a momentos em que fazemos comentários sobre livros
ou revistas que lemos, trocando, negando, elogiando ou criticando. O que faz da leitura uma experiência é entrar nessa corrente onde a leitura é partilhada.
Leitura deve ser acompanhada de prazer.
No Brasil, ocorrem problemas no que se refere à constituição de sujeitosleitores. O hábito e o prazerde ler estariam, desta forma, sofrendo sérias restrições.
"O problema da leitura no contexto brasileiro deve ser colocado, figurativamente falando, em termos de uma lei-dura, isto é, em termos de um conjunto de restrições agudas que impede a fruição da leitura, do livro por milhões de leitores em potencial (SILVA 1995, p. 23)".
Acabamos por não estabelecer as diferenças entre os textos literários e os não-literários e utilizamos textos como “pretextos” para ensinar “conteúdos programáticos” em sala de aula... Por outro lado, acreditamos que a reflexão sobre as condições necessárias para que se tenha acesso à leitura nos leva a constatar que as pessoas, para se formarem leitoras, precisariam ter, no mínimo, acesso irrestrito aos livros, fosse em bibliotecas, escolas ou livrarias. Acrescento ainda o advento da web, como excelente mecanismo de facilitador do acesso democrático ás obras literárias.
Formamos leitores ou eles se formam?
* o processo de formação do leitor está intimamente vinculado aos primeiros RITUAIS DE INICIAÇÃO – experiências – que o constituem como tal;
* as experiências iniciais sinalizam a presença de um “ingrediente” importante, que tem o potencial de deflagrar este processo de formação: o prazer/gosto pela leitura;
* o despertar do gosto pela leitura, geralmente, está atrelado à presença de agentes de formação, mediadores, “pontes rolantes” que estimulam esta interação leitor/texto literário;
* o contexto local que oportunize e enriqueça a interação leitor/texto literário influi significativamente na sua formação, oferecendo condições de produção de leitura capazes de aproximá-lo e seduzi-lo para esta prática cotidiana.
O desenvolvimento do gosto/prazer pela leitura, visando à formação integral do leitor, tornou-se um constante desafio, difícil de superarmos em função, sobretudo, de práticas de leitura desiguais, no que diz respeito ao acesso e às formas de se conceber e de se produzir a leitura.
Que medidas diretas e indiretas estão sendo adotadas pelo Estado, pelas empresas/instituições e pelos diferentes segmentos da sociedade no sentido de diversificar, ampliar e renovar os espaços de acesso à leitura (bibliotecas públicas e escolares, salas de leitura, escolas, feiras de livros)?
Perguntas que sinalizam e alertam para a complexidade do desafio de formarmos leitores num cenário sociocultural marcado por desigualdades e exclusões múltiplas. Práticas de leitura podem estar assentadas em técnicas “enlatadas”, modeladas por catálogos de livros didáticos e paradidáticos vendidos pela indústria editorial, disfarçadas” de ludicidade e PRAZER SUPERFICIAL, desviando as práticas de leitura da escola de seu caráter de fruição e PRAZER ESSENCIAL.
Conclusão: no processo de formação de leitores, estes SE FORMAM, a partir de sua realidade local, do papel fundamental desempenhado pelo contexto e pelas experiências prévias na constituição do leitor.
Características dos textos escolares: Normalmente as perguntas propostas estão fora de foco, são meras repetições de exercícios que em nada lembram o ritmo ou a sensibilidade do poema utilizado, desvinculadas da produção textual significativa. Acaba por deixar no aluno um gosto amargo de leitura, ou seja, a sensação de que ler não é uma tarefa prazerosa. Lei-dura X Leitura
Práticas escolares realizadas com textos literários podem desqualificar estes tipos de textos.
Não compete à escola didatizar a leitura, quando empreende a tarefa de formação de leitores, também não lhe deve competir a de pedagogizar o texto literário, muito menos a de encerrá-lo apenas nos muros dos livros didáticos. Em outras palavras, livros à mão cheia é o que a escola precisa cultivar, e deixar que os leitores, por meio de sua criatividade e disponibilidade, façam as suas escolhas!
* Resumo para estudo da disciplina Literatura na formação do leitor - Pedagogia UNIRIO/Cederj 2010 - 5º período
Software livre no Brasilianas.org
quarta-feira, 24 de março de 2010 Postado por Jenny Horta às 1:44:00 AM | Marcadores: software livre TV informação conhecimento Brasilianas.org
Um excelente programa exibido na TV Brasil pelo Luis Nacif com ótimas informações sobre Software Livre e todas as implicações sobre as redes que trabalham com a liberdade no conhecimento.
Trabalhando conceitos e valores com Histórias
terça-feira, 23 de março de 2010 Postado por Jenny Horta às 10:08:00 PM | Marcadores: história infantil higieneEducar os filhos em casa é crime????
quinta-feira, 18 de março de 2010 Postado por Jenny Horta às 3:16:00 AM |Se você não conhece a história, informe-se AQUI.
Esta questão polêmica foi muito bem avaliada pelo grande Mestre Chassot, neste Post e depois neste Post, obviamente apresentando opiniões divergentes. Gostei muito da análise e argumentações de ambos os lados!
Muitas reflexões por aí...
A escola "socializa"????
O contato social inexiste fora da vida escolar???
Alguém perguntou o que os filhos realmente querem??
Á partir de quando eles terão o direito de decidir, escolher??
Como estes filhos se sentem agora em relação a decisão judicial???
Como reagirão a imposição???
Minha primeira reação foi de espanto, pois ficou claro que os meninos recebem excelente educação, mas precisamos analisar a abertura de precedentes...o famoso ditado "se a moda pega" e muito pai ou mãe despreparado (técnica e estruturalmente falando) por aí achar que pode fazer o mesmo será desastre total!
Acredito que estes pais, tão bem intencionados e preparados, deveriam, enquanto cidadãos, buscar soluções menos individualistas e mais ativas de co-participação em sua própria realidade, pois como afirmou o Dr, Rudá "a redução da educação ao sucesso individual é uma triste declaração de falência de nossa sociedade, da esperança de viver juntos, entre diferentes que se respeitam e que constroem soluções coletivas."
Enquete simplificada ali ao lado... dê seu clique e responda ao "Juri Popular"!
Piadinha da hora: Se fossem alunos da Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro, o Juiz daria outra sentença??? Mas essa é uma outra história e fica para amanhã...
Criança, a Alma do Negócio!
sábado, 13 de março de 2010 Postado por Jenny Horta às 12:13:00 AM | Marcadores: consumo criança alimentaçãoMuitos colegas torcem o nariz quando critico o estímulo a precocidade e ao consumismo em nossas crianças e o excesso de erotização da mídia em torno da infância. Muitas vezes, observo ao comentar que as pessoas concordam, mas ao mesmo tempo, consideram como algo inevitável, sinal de modernidade...
Pior ainda quando critico a passividade da escola diante disso tudo. Considero primordial que a escola defenda sobretudo a ética, combata a ostentação e defenda o consumo consciente, seja ela pública ou particular, urbana ou rural.
Por outro lado, sou grande defensora de que a tecnologia deve fazer parte do dia a dia das crianças, sim. Isso não é, na minha concepção, uma precocidade forçada, pois advém naturalmente das próprias crianças.Uma coisa é utilizar a tecnologia com responsabilidade e seriedade, estimulando seu aprendizado, sua expressão criadora, sua interação com as mídias. Aí está o grande diferencial da TV para a Internet: a possibilidade de criação, de resposta.
Diante da TV, a criança apenas recebe. Não pode lhe dar retorno.
Assim como há excelentes programas na TV, há muita besteira na internet...
Em casa, com meu filho de 7 anos, temos 3 categorias de programas: o que ele pode ver livremente sozinho; o que deve assistir conosco, para esclarecer possíveis dúvidas e complementar seu entendimento; e logicamente, os programas ainda inadequados para sua idade.
A escola, depois da família, é o primeiro grupo social da criança. E é nela que se inicia a massificação do consumismo: quero a mochila da marca, o colega tem o celular "da hora", o tênis radical. Claro que a escola não pode radicalizar, mas deve estar sempre atenta a esta delicada etapa social de afirmação perante o grupo, de formação do caráter e hábitos de consumo.
O consumo está presente em todos os momentos de nosso dia a dia. Na escola principalmente: na merenda, nos hábitos, na porta das escolas, nos eventos e festas escolares, nos materiais e até mesmo na presença dos professores.
Esta é uma questão que merece pesquisa e reflexão de toda a sociedade e a escola, como tal, não deve ficar de fora.
Se você pretende, em sua prática educativa, refletir sobre o assunto, assista a este vídeo e depois, visite o site do Instituto Alana.
Para começar pela reeducação alimentar de forma mais lúdica e divertida o Instituto possui o Projeto Criança e Consumo: neste link
Novo Portal Zappiens
sexta-feira, 5 de março de 2010 Postado por Jenny Horta às 8:49:00 PM | Marcadores: vídeos educação gestão inclusãoO Zappiens.br, (http://zappiens.br/portal/home.jsp) é um serviço gratuito de distribuição de vídeos com conteúdo científico, educativo, artístico e cultural em língua portuguesa.
A novidade foi feita pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em parceria com o Arquivo Nacional, a Universidade de São Paulo (USP), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), de Portugal.
Destaco aqui um dos vídeos com entrevista da Profª Helena Vasconcelos:
Extraindo áudio de vídeos no YouTube
domingo, 28 de fevereiro de 2010 Postado por Jenny Horta às 2:29:00 AM | Marcadores: vídeo áudio YoutubeEsta é uma das excelentes dicas do portal POIE:
Como usuária do Ubuntu Linux fiquei na expectativa de como resolver o problema e consegui praticamente com o que já tinha instalado.
1- Em primeiro lugar, instale algum recurso para baixar os vídeos do YouTube. Eu instalei o KeepTube que tem uma extensão para colocar no Firefox.
Baixei este vídeo, deste grupo fantástico! Playing for change.
2- Depois, com o programa Lives, que você também encontra nos repositórios do Ubuntu, extrai-se o áudio (só no forma wav).
3- Feito isso, você exporta facilmente para mp3 usando o Audacity. É só abrir o arquivo desejado, selecioná-lo e exportar como mp3. Pronto!
Por isso vale muito o software livre! Quem pensa que o bicho é tão feio e de sete cabeças, não sabe o que está perdendo: um imenso prazer em superar e descobrir novas possibilidades.
Dica para aguçar a criatividade!
domingo, 21 de fevereiro de 2010 Postado por Jenny Horta às 1:08:00 AM | Marcadores: livro digital autoria produçãoAdorei este serviço!! Trata-se de uma ferramenta para criar livros digitais. Vou tentar criar algo e depois vou postar para avaliação de vocês. Imagino as crianças criando suas próprias produções...
http://www.bookess.com/
Desafio ás Autoridades competentes
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 Postado por Jenny Horta às 3:03:00 AM |Fevereiro para nós não é apenas mês do Carnaval.
Ficará marcado como o mês da injustiça e do descrédito total na coerência da chamada justiça social, tão apregoada como carro-chefe da política do atual governo, injustiça para com o trabalho e a vida em nossa família!
Há um ano meu marido vem sofrendo as consequências de uma política perversa e injusta por parte da Previdência Social, pois não consegue nem retornar ao trabalho ( a Empresa atestou sua incapacidade, não quer se arriscar a assumir um acidente de trabalho ), nem receber o benefício do auxílio-doença, nem tampouco recebe sua aposentadoria!!!
O que faz um trabalhador numa situação dessas????? Pede cheque-cidadão???? Bolsa-família???? Não pode. Ele é funcionário público, é classe média, não faz parte dos "menos favorecidos", dos excluídos... Não faz parte da massa de manobra da política social-eleitoreira!!
Estamos fartos: dos descaso dos médicos-peritos, da corda bamba de pagar as contas em revesamento, cortando plano de saúde, pedindo desconto na escola do filho, pegando empréstimo etc etc, da angústia mês a mês aguardando uma decisão judicial favorável, como se houvessem dúvidas num caso em que o cidadão submete-se a TRES cirurgias, sendo a última para colocação de inúmeras próteses caríssimas e que de nada adiantaram pois além dos inconvenientes "econômico-trabalhistas" convive com a DOR constante!
Sindicato??? Não existe. Nada pode fazer.
Desafio qualquer autoridade envolvida a me responder o que fazer. Sobrevivemos durante um ano. Certamente sobreviveremos mais um ou quantos mais forem necessários. Em outubro, vamos as urnas. Só não sabemos se vamos votar...
Desafio qualquer autoridade envolvida a me explicar quais os critérios utilizados neste saco de gatos que é a Previdência Social brasileira, que submete o trabalhador a humilhação de ter que provar o óbvio.
Aguardo instruções destas autoridades. Aguardo a decisão da justiça, num processo que caminha como um cágado, há TRES anos.
Dizem que a Internet é livre. Acredito na liberdade de expressão. Acredito no diálogo, na cidadania e ainda acredito na Justiça, nem que seja apenas a Divina!!!
A versão 9.10 do Ubuntu (Edubuntu) nos traz como opção para introdução das crianças na programação O Pequeno Mágico. Achei muito bom para professores que não dominam as linguagens (como eu), procurei um tutorial mas só encontrei um bem sucinto AQUI, e em inglês.
Gostaria da avaliação de vocês sobre o programa e também sobre a viabilidade de traduzirmos o tutorial, o que acham???







